
Momentos dignos de nota de 4/8/2009 (elucubrações/improvisações):
Bruno, ao observar o comportamento dos colegas: "as cobranças e as desconfianças do pôquer".
Felipe, fazendo metáfora com a são silvestre, segundos antes do pingo dobrar pela primeira vez: "eu acho que ainda nem chegou perto da subidinha da brigadeiro". Bruno, alienado, na sequência: "eu tô por fora dessa história de são silvestre". Índio, rápido e rasteiro: "quê, tu nunca correu a são silvestre?"
Índio, após mandar alguém enfiar algum jogo no cú: "por que será que a gente fala vai 'tomar' no cu, né?" Índio, segundos depois: "ah, é de 'tomar'" - faz gesto sexual. "eu nunca tinha entendido".
Na maior aposta da noite até então, Neto deu um all-in contra o Bruno. Neto tinha uma Ana Kournikova; Bruno, um Amaury Júnior. Ganhou graças ao kicker, a Kournikova. - ganhou? - "currei"? depois disso, Neto deu mais três all-ins, pelo menos. Se salvou em todos e recuperou o cacife. No quinto all-in, perdeu tudo, fez rebuy à meia-noite, numa mão que lhe rendeu R$40, zerou o prejuízo. No fim, seria o segundo a mais lucrar.
Dilson: "a escondidinha é um jogo de acúmulo de cartas".
Dilson: "o pôquer é incrível porque é ambíguo". Felipe, emendando: "o rio corre sempre para o mar". pausa. Felipe: "entenda como quiser".
Índio, o maior vencedor da noite, mais do que um choque de auto-estima, ganhou o grande prêmio surpresa, um oferecimento de Dilson Branco: uma seleção de meia-dúzia de pôsteres reproduzindo pinturas clássicas de diferentes épocas de figuras femininas. a que ele curtiu mesmo foi uma com as teta de fora.
* Texto criado pelo confrade Dilson Branco
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