
domingo, 27 de setembro de 2009
Tabela LCM - 24/09/2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Resenha LCM em Italiano!!!!!
Ieri per la prima volta verrá fatta una *redazione in italiano dal sottoscritto*
Da quando giochiamo installeremo il sistema (quello originale dei veri giocatori di poker) il small e big blind.
Oggi ufficialmente Peixoto viene soprannominato *litle fisch* e tutti oggi si rendono conto che lui é motivo di *polemica inutile*.
Il gioco va avanti che praticamente tutti cercando di vincere una mano, e alle
22:40hs - Felipe estrella con un full house di 10 con 9 su Narloch e insime a Peixoto fanno il primo riabbastesimento. alle
22:53hs - Neto entra prepotentemente con un *all in* ed io vado e mostro un full di 8 con ré, alla mano dopo riecco una scala del sottoscritto!! alle
00:56hs - Felipe fá un maraviglioso poker di 9 seguito da Dilson alle
01:18hs - Che fá unáltro poker di 5 (secondo della notte) nel classico gioco del vecchio e nostalgico gioco con le cinque carte in mano.
* Texto criado pelo confrade Fernando "Italiano"
Tabela LCM - 15/09/2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Etiquetas do Poker - Parte 01
O que não fazer:
1) Não comente a mão enquanto ela estiver sendo jogada. Isto é ilegal na maior parte da Europa (e na LCM também!!!!). Esteja particularmente atento para não apontar possíveis (ou atuais) possibilidades de jogo.
2) Não dê conselhos e nem espere que lhe dêem. Não mostre as suas cartas "foldadas" a outro jogador.
3) Não esconda as suas fichas. É ilegal apostar com fichas escondidas. Deixe todas as suas fichas a mostra para que os outros jogadores possam ver quantas você tem.
4) Não incentive um jogador a fazer call, raise ou fold, quer esteja jogando a mão ou não; é o máximo das más maneiras.
5) Não faça apostas em prestações. Todas as suas apostas têm de ser feitas num movimento único: é sempre melhor anunciar "raise" antes de fazer qualquer coisa com as suas mãos, ou poderá ver o seu raise cancelado se o fizer em duas vezes.
6) Não mostre a sua mão, exceto quando lhe fazem call. Durante o jogo é ilegal (e poderá ajudar os que ainda estão em jogo). Só serve para revelar a sua forma/estilo de jogar.
domingo, 13 de setembro de 2009
Momentos LCM - 08/09/2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Melhores momentos de uma noite de recordes
21h54: Digo chega, trazendo uma garrafa de vinho pela metade. Fernando aproveita a interrupção para servir o penne à carbonara, feito com pancetta, que é bacon não defumado.
22h10: Paladares saciados, todos voltam à mesa. Curiosidade: a toalha hoje é branca, um lençol improvisado em substituição ao manto oficial, esquecido na casa do Dilson. Aproximadamente 33% dos jogadores aprovam a cor, que garante bom contraste em relação às costas escuras do baralho.
22h20: “J-Lo!”, grita Bruno ao receber suas cartas. “É um valete e uma carta baixa, ‘low’”, explica, inaugurando um novo jargão. Depois dos R$ 40 que deixou no pote ao fim da noite, esta foi sua maior contribuição à mesa.
22h25: Olho no lance! Leandro aumenta R$ 1 na cega. Fernando sobe para R$ 1,50. Sobram só os dois. Fernando aumenta R$ 7,40. Leandro casa – e ganha com um par de As.
22h35: Com a chegada de Índio e Peixoto, a mesa já conta com nove participantes, igualando o recorde da liga. E não tarda para o companheiro bugre (termo este não restrito ao vocabulário gaúcho, tendo em vista que é também o apelido carinhoso do Guarani de Ponte Preta) reafirmar seu estigma de narrador. A mesa segue baixa até o river. Bruno pensa, pensa e aposta R$ 4, ao que Índio imediatamente grita: “Blefou!”. Bruno apresenta um par de 4s e perde para dois pares.
22h55: Sobre uma mesa cinco vezes dourada e crivada de fichas, Bruno faz o maior jogo da noite: straight flush até Q. Seria a melhor combinação da história da LCM? Dilson lembra que Narloch já fizera o mesmo jogo até K. Mas talvez tenha sido antes do início dos registros da liga, na chamada pré-história do torneio, considera. “Chamava Aborto Elétrico nessa época ainda”, crava Leandro.
23h-e-lá-vai-cachaça: Estimada em R$ 90, temos a maior mesa da história da liga. Flush para Leandro, sequência para Bruno. Deffente comemora ao som de Gil Scott-Heron, músico poeta nascido em 1949, em Chicago, famoso por ter sido uma importante influência para os criadores do rap.
No primeiro bonde, já passada a meia-noite, a família Cheuiche se despede, com prejuízo total de R$ 101. Peixoto pega carona, deixando R$ 44 no pote. O baile ultrapassa as duas badaladas, registrando mais uma nefasta marca inédita para a liga!
Recordes da noite:
- Maior pote: R$ 452.
- Maior mesa: aproximadamente R$ 90, vencida por Leandro.
- Maior número de jogadores: nove
- Maior duração total: aproximadamente cinco horas de jogo, das 21h às 2h.
- Maior jogo da história escrita da liga: straight flush até Q (ouro), do Bruno.
* Texto criado pelo confrade Dilson Branco
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Tabela LCM - 08/09/2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Momentos 03 LCM - 01/09/2009
Momentos 02 LCM - 01/09/2009
Momentos 01 LCM - 01/09/2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Minha história sobre o Poker
Tabela LCM - 01/09/2009

Bom, estou na liderença do ranking, mas vendo a diferença diminuir cada vez mais para o Fernando e o Zylber, esse último, devido ao ótimo resultado de ontem, acabou ultrapassando o Digo e o Neto e assumindo a terceira colocação. O Neto que ontem viveu seu pior momento dentro da LCM, acabou despencando da quarta para nona colocação no ranking. O Digo caiu para quarta colocação, percebendo o quanto é difícil manter uma média para se manter nas primeiras colocações.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Tabela LCM - 25/08/2009

O horário seria o de sempre, mas dessa vez era visível que iniciaria mais tarde. E conseqüentemente se estenderia até mais tarde. Rodrigo e Índio tinham compromissos paternos. Não chegariam antes das 21h30. Peixoto tinha compromisso profissional. Tampouco chegaria antes das 21h30. Neto fora o último a ser avisado da nova definição, mas já estava se encaminhando ao local. E Fernando, que não raramente chega cedo, dessa vez chegou as 21h15. De mãos vazias. Não beberia essa noite devido a compromissos matinais logo ao alvorecer. Mas não resistiu a um copo de cerveja oferecido por Bruno, que aguardava ansioso pelos jogadores pra iniciar a mesa. Logo em seguida, mas já no segundo copo, apareceu Neto, com um suco de laranja. Essa seria a sua bebida. E foi assim que se deu o início do Póker® daquela noite, 21h30 passada, 3 jogadores à mesa, pingos de R$0,20, míseras fichas verdes, apostas beirando a monotonia. Mas poucas rodadas se passam e Peixoto avisa que chegará em 6 minutos. Preciso como um cirurgião, ele chega. E no mesmo instante que ele está nas escadas, subindo ao apartamento, Rodrigo liga perguntando se ainda há espaço na mesa. A noite começa a ficar interessante.
Peixoto adentra o apartamento. Sem bebidas. Mas suas mãos não estão vazias. O bom confrade nos brinda com petiscos. Sabores diversos. Faz a alegria daqueles três que estavam a comer pipoquinhas doces caramelizadas (praticamente um isopor com açúcar, mas alto padrão). Menos de uma dúzia de minutos depois chega Rodrigo. Só não chega com as duas mãos abanando porque a fratura na clavícula impede o movimento de um dos braços. Embaixo do outro há um volume. Mas não é bebida alguma. É uma bela pasta, marrom, de trabalho, novíssima. Viria a ser o prêmio surpresa da noite. Fernando desperta interesse imediato pela pasta. Diz que está realmente precisando de uma. Bruno lhe avisa: então faça por merecer. Ganhe as fichas, que você ganha a pasta.
Finalmente a mesa ganha volume. Agora são cinco jogadores, colocando de lado a outrora monotonia e dando mais intensidade à partida. Às 22h30 ocorre o primeiro aumento do pingo, que começa a delinear as grandes movimentações de fichas. É aproximadamente essa hora que chega o sexto integrante da noite. Schadeck adentra a porta do apartamento com uma caixa nas mãos e um sorriso estampado no rosto. Está feliz de ver seus amigos reunidos mais uma vez à mesa, e também esperançoso de poder lucrar novamente, como na semana anterior. De dentro da caixa ele retira duas preciosas garrafas de vinho, apresenta aos colegas e as pões sobre a mesa. Muitos se animam. Mas eis o inesperado: não havia um saca-rolhas na casa. Como não havia de ser diferente, o italiano Fernando prontamente se levanta. Mas não porque ele estava louco pra beber o vinho. Afinal ele não iria beber, pois iria acordar cedo no dia seguinte. E até mesmo porque ele já estava tomando cerveja. E só ia beber um copo. E isso ele insistiu em dizer, a cada copo, até o quinto servido. Mas ele era um italiano. E precisava honrar suas tradições e garantir que o vinho fosse aberto e degustado. E assim ele resolveu a problemática, com um parafuso. Como agradecimento, imediatamente Schadeck lhe ofereceu um copo (sim, um copo. Assim como não havia saca-rolha, não havia taça). Fernando não se conteve e aceitou, sem antes pôr em dúvida, pela sexta vez na noite, seu próprio caráter. As outras cinco foram a cada copo de cerveja que tomou. E não me pergunte quantos de vinho foram. Não sou desses que fica regulando quantas vezes cada um se serve na noite.
O jogo seguiu corriqueiro, com agora seis jogadores à mesa. Corriqueiro em termos de ritmo e percalços. Mas não no sentido de tradição. Rodrigo, se aproveitando da ausência do glorioso Dilson, surpreende os colegas distribuindo cinco cartas para cada um. O primeiro a se manifestar contra é seu irmão, Bruno, clamando que a Escondilsinha® é um privilégio do Dilson, por tradição e respeito como um dos fundadores da Confraria. Mas Digo, que raramente dá ouvidos a seu irmão, não se abala. E como outros não se manifestam contra, ele segue a distribuição de cartas. Na próxima rodada Rodrigo insiste na prática, mas ao trocar as cartas dos colegas ele comete uma manobra proibida, quase melando a rodada de apostas. Nesse momento o Poker Marshal aproveita pra reiterar que esses e outros motivos fazem da Escondilsinha® uma marca registrada, e refuta novamente a iniciativa falha de implementar a Escondiguinha. Mas, de fato, foi preciso uma ligação para sacramentar a questão. Perto das 23hs Dilson nos surpreende com um telefonema dizendo que está liberado de seu compromisso e ansioso por um lugar à mesa. Sempre há.
A noite seguiu e outros também tiveram que recorrer a rebuys. Quando é a vez de Peixoto, ele puxa sua carteira, discretamente, de um invólucro inusitado. Índio, que estava atento, lhe questiona: tu leva o dinheiro num saco de papel? Peixoto, um tanto quanto constrangido, se justifica: eu tinha uma mochila… mas vendi pra continuar jogando pôquer.
Chegamos à meia-noite, hora da primeira chamada. Aqueles que precisavam sair se apresentam. Fernando era quem possuía o maior valor em fichas no momento e vai embora levando seu lucro e sua carteira dentro da nova pasta conquistada com mérito. Rodrigo vai de carona. Enquanto Fernando se despede, sorridente, agradecendo o prêmio, alguns mais observadores notam uma reação adversa no outro lado da sala. Peixoto, com os olhos marejados, sentado no sofá, afundado atrás da mesa, olha discretamente para seu saco de papel onde está sua carteira. Abatido, lentamente levanta sua cabeça direcionando seu olhar para a bela pasta, estalando de nova, sob o braço de Fernando. Era quase possível ver dentro de sua cabeça seus pensamentos, seus sonhos de se exibir com uma pasta chique na redação da Editora onde trabalha… tudo se esvaindo como fichas que migram do centro da mesa para o lado oposto, em direção a um adversário, após um all-in mal sucedido.
Tabela LCM - 18/08/2009

Todos se recompõem e o jogo prossegue. Aos poucos vão se delineando os ganhadores da noite. Fernando, que havia começado com grande sorte, a essa altura já havia dado seu segundo rebuy. Seus colegas relembram das grandes jogadas do início da noite, e agora comentam os jogos pífios que ele tem apresentado. O italiano não se abala e profere mais um de seus ditados: piutost che nient, le meie piutost. Alguns se indignam logo pensando se tratar de um xingamento. Índio se manifesta e passa a palestrar sobre a sonoridade dos italianos, que parecem sempre se agredirem, que as palavras soam como ofensas, mas na verdade estão só conversando amigavelmente. Então todos pedem uma imediata tradução. Fernando incia: piutost che nient, le meie piutost quer dizer… Piutost Che nient é como… não se pode traduzir, é uma expressão que não tem como traduzir. Todos se exaltam, desacreditam, tentam, pedem que repita a expressão em italiano. Ele recomeça: piutost che nient… Fernando empaca novamente. Nesse momento eis que Bruno eleva sua voz grave e altivamente se pronuncia: melhor nada do que coisa nenhuma! Fernando se alivia com a tradução e os outros jogadores aplaudem estupefatos. Dilson complementa: além de um grande resenhista, é um grande tradutor. Bruno Cheuiche não se contém e dispara, do alto de sua humildade: não é à toa que a Liga leva meu nome.















