segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quando não ir ALL-IN


Todos nós já tivemos que decidir ir all-in quando nos encontramos com poucas fichas em um torneio (ou não!!!!) de no limit hold’em, isso com qualquer mão.

Nesta situação esquecemos que temos outras opções mais sutis e cometemos alguns erros caros por não pensar um pouco mais nas seguintes situações:

1. Não usar o “pagar antes do flop e empurrar no flop”
2. Pagar e esperar em algumas ocasiões.

Vamos estudar essas 02 (duas) jogadas que podem te ajudar nas tuas próximos partidas/torneios.

1.Não usar o “pagar antes do flop e empurrar no flop”

Esta jogada está desenhada para te dar uma pequena chance extra de ganhar o pot antes de chegar ao showdown.

Para executar esta manobra você deve estar fora de posição (no SB ou no BB) e ter decidido ir all-in custe o que custar. Alguém sobe antes do flop e você está certo que se você for all-in ele pagará, então só paga e empurra o resto de tuas fichas quando abre o flop. Se teu rival desiste você ganha o pot, se pagar era como se estivesse ido all-in antes do flop.

Vejamos um exemplo típico:

Blinds 400-800 ante 100. Você ainda tem 5.000 depois de pagar o BB. Um jogador em média posição sobe a 2.500 e ele ainda tem 12.500. Todos desistem e você decide ir all-in com tua mão, sem importar o que é. É evidente que nesta situação teu rival vai pagar, há 9.700 no pot e ele tem que pôr 3.300 para seguir na mão com 3 a 1 de pot odds a seu favor. Mesmo que ele tenha subido com uma mão marginal, ele nunca irá desistir com estes odds. Então se abrem as 5 cartas comunitárias e ganha a melhor mão.

Se tiver um par alto ou mediano ou A-K ir all-in é a melhor jogada e com algumas outras mãos também, mas se pensava fazê-lo com 4-4, A-J, A-10, K-Q ou outras mãos marginais a melhor jogada é “pagar antes do flop e empurrar depois”.

Você tem que fazê-lo mesmo que o flop não te ajude, especialmente neste caso. Tua esperança é que teu oponente não se dê conta da tua manobra e que não tenha uma mão forte antes do flop e que este não o tenha ajudado, ele pode desistir em vez de pagar os 3.300.

Se ele paga, como já vimos, está na mesma situação que se tivesse empurrado antes do flop. A grande diferença é que te deu a oportunidade de ganhar o pot no flop.

Você deve cuidar para não cometer outros dois erros depois de decidir usar esta jogada:

- O primeiro é ir all-in sem olhar o flop. Este é o plano, mas se o teu rival se dá conta que você ia empurrar qualquer que seja o flop ele te pagará.

- O segundo erro é recuar quando você não gosta das três cartas comunitárias. Lembre que não sabe se ajudam ao teu oponente e o fato de que não te ajudem não quer dizer que te pagará. Ele tampouco sabe o que você tem.

Esta jogada é uma alternativa ao ir all-in pré-flop, não para tomar uma decisão depois. Teu plano é firme. Exemplo:

Você tem 4-4 e teu oponente 7-7, se for all-in antes do flop com certeza te pagará, mas se você só pagar e abrir A-K-9 no flop e, daí, você empurrar os 3.300 que ainda tem, há muitas possibilidades de ele desistir.


2.“Pagar e esperar” em algumas ocasiões

Mesmo que não seja a melhor jogada em torneio, algumas vezes você terá que ir all-in com um projeto (flush ou seqüência). Você deve estar consciente que você não deveria empurrar todas as tuas fichas com um projeto ao menos que esteja quase certo de que teu(s) oponente(s) desistirá(ão). Se você achar que alguém irá te pagar não ponha tuas fichas em jogo sem que te obriguem. Exemplo:

Blinds 400-800 ante 100. Você está no botão -leia-se dealer- com 10.000 em fichas. Tua mão é K-Q e você paga depois de que o líder em fichas subiu a 2.500. Todos desistem, o flop é J-10-4 Teu rival aposta 3.500, você ainda tem 7.500.

Se subir all-in, com certeza ele pagará os 4.000 de diferença, se só pagar ainda terá 4.000 e está claro que os colocará no turn se ele apostar. Mas, há uma pequena possibilidade de que passe na quarta e que possa salvar estas 4.000 fichas se não fechar teu projeto no turn ou no river.

A oportunidade de guardar umas fichas para seguir brigando te permitirá seguir adiante em vez de ir all-in pensando “já quero acabar com isto, dobro minhas fichas ou vou embora”.

Lembre que você não é o favorito para fechar um projeto e que em torneio sempre é um erro ser eliminado com um apesar de ser favorito em alguns casos no flop

Conclusão

Nunca se precipite em por todas as tuas fichas em jogo quando sabe que teu rival pagará. Contenha-se e pense se há uma possibilidade de forçar teu rival a desistir, se a resposta for não, re-analise a situação e decida se uma das duas jogadas que estudamos te dá uma melhor oportunidade de ganhar o pot ou de conservar umas preciosas fichas.

O êxito no poker se deve a uma quantidade de pequenas vantagens que você aproveita em cada situação, usar estas duas jogadas talvez te ajudará a chegar a mais mesas finais.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

LCM é cultura!!!!!




Trechos extraídos do livro Equador, do português Miguel Souza Tavares:

Um dos personagens do romance, David Jameson, recebe a proposta para assumir como governador do conflituoso e recém definido estado Assam e Bengali Nordeste, na Índia Britânica do início do século XX. Teria que responder de imediato.

Sim ou não?

Não era pergunta que se fizesse a um jogador. Aquilo representava, talvez, uns dez anos de salto na carreira, uma oportunidade única e irrepetível. E os riscos correspondentes, em caso de fiasco. Mas recusar implicava em perder as boas graças do vice-rei, ficar estagnado em Delhi, à espera que vagasse um qualquer posto longínquo de district officer. E, para seu caráter e ambição, era uma decisão que levaria a vida toda a lamentar. Como ele muito bem sabia, há alturas em que só se pode ir a jogo, porque o par de ases na mão pode nunca mais se repetir durante o jogo, mesmo que a experiência lhe tivesse ensinado que o par de ases é uma mão traiçoeira, que raramente sai vencedora. David Jameson respondeu, pois, tão depressa quanto a surpresa lho permitiu:

- Julgo que pode contar comigo, Sir.

___________…__________________…________________…______________

Ao assumir o posto de governador, David Jameson faz uma boa gestão e quando tudo está bem encaminhado ele se enturma com altos figurões.

Essencialmente, o que aquele pequeno grupo – dois ou três ingleses, um reputado comerciante local muçulmano e sete ou oito representantes da alta sociedade local hindu – fazia, naqueles serões na casa do rajá, era beber, fumar, conversar e, sobretudo, jogar. Jogava-se alto e caro, noite afora, ganhando-se e perdendo-se somas consideráveis, sempre com bons modos e com uma aparente indiferença de quem joga para passar o tempo e não para virar a roda do destino. Os jogadores entravam, saíam e reentravam no jogo, na grande mesa octogonal de pôquer, ao sabor dos golpes de sorte ou de azar, ou dos seus palpites. Mas havia sempre, a meio da noite, um intervalo para a ceia, em que todos se retiravam para a sala próxima, para comer e conversar, enquanto os criados limpavam os cinzeiros e a desarrumação da sala de jogo. Depois da ceia, era a altura de cada um decidir se continuava para segunda sessão de jogo ou se ficava por aí – permanecendo à conversa com outro desistente, retirando-se para uma das alcovas interiores com uma escolhida do harém para se consolar da má sorte ou para desmentir o ditado de que não há sorte ao jogo e ao amor, ou simplesmente retirando-se para casa e dando por finda a noite. Mas as regras de cavalheiros estabelecidas entre eles estipulavam que quem começava a primeira sessão de jogo tinha de ir até a ceia, ao menos que estivesse a perder violentamente; e que quem começava a segunda sessão, tinha de ir até o fim. Acima de tudo, a ofensa mortal – e que dava direito a jamais voltar a ser convidado – era entrar em jogo e retirar-se antes de tempo e a ganhar. Porque isso significava que se estava ali para ganhar dinheiro aos amigos e não para passar uma noite civilizada entre cavalheiros.



* Colaboração do nobre confrade Bruno "Marshall"

Regras do Poker - Desempate Flush

Pessoal, devido ao acontecido na última rodada da LCM, onde os confrades Bruno e Neto possuiam o mesmo jogo (flush) na mão e não soubemos determinar a regra de desempate. Fui buscar na minha memória digitalizada - leia-se Google - a regra correta de desempate para que isso não ocorra nas próximas rodadas.

Após pesquisar em algumas fontes encontradas na internet, descobri que quando 02 jogadores tem um flush, ganhará quem tiver a carta mais alta. Se estas forem iguais, ganhará quem tiver a segunda carta mais alta e assim por diante. Se todas as 05 cartas forem iguais, haverá um empate e aposta será dividida. Por incrível que pareça, no poker não há ordem entre os naipes. Acredito que isso tenha sido o que aconteceu no filme Maverick, com o coração valente Mel Gibson, que acabou ganhando a mão com um Ás de Espada. Vale lembrar que essa regra vale também para o straight flush.

Maiores detalhes acessem o link:

http://www.pokerloco.com/pt-br/howtoplayer/introduction.htm

Tabela LCM - 08/12/2009






NÃO É BEM ASSIM! Vocês acham que é fácil reunir uma rapaziada bacana, toda terça-feira à noite, durante meses a fio, numa mesa de poker, e sem nunca haver nem mesmo uma ofensa mínima, quem dirá brigas? Não é fácil rapaziada, mas é o que nós temos feito semanalmente. A 1ª Liga Cheuiche Mascarenhas se aproxima do seu final e numa avaliação geral percebo que todos nós estamos terminando com saldo positivo. Afinal, como diria o aguerrido Peixoto, “nunca fui tão feliz perdendo dinheiro”. Esse é o retrato da nossa confraria, que em mais uma noite foi sediada na casa do Zylber. E não foi diferente das outras terças-feiras: confrades alegres, ora dispersos, ora tagarelas, ora compenetrados, ora com o coração disparado. É verdade. Tem horas que o coração realmente dispara, e “é por isso que eu gosto do poker” diria o perspicaz Corpitcho.

Nessa noite a mesa não demorou pra ficar completa. Na (sentida) ausência do italiano Fernando, que estava viajando, não pudemos contar com o baralho oficial da liga. Leandro aproveitou e orgulhosamente trouxe o seu baralho temático. Mas não deu muito certo, pois só ele se emociona com as figuras de tango impressas nas cartas. Resquício emotivo e saudosista de sua viagem à Argentina. Ás 21h15 ele mesmo assumiu que aquelas cartas eram uma bosta (a qualidade do papel, e não o tema figurativo, ele reiterou) e solicitou a troca do baralho. O anfitrião Zylber prontamente se apresentou com outro baralho. Leandro, que embaralhava as cartas, aproveitou para desdenhar o novo baralho: bah, esse baralho é pra cego. Olha o tamanho dos números. E a carta ainda é pequena, é pra cego e anão. Dilson prontamente matou a charada: então deve ser pro Nelson Ned jogar – relembrando a famosa noite em que foram instituídos o small blind e o big blind.

Enfim, ainda com o small blind a R$0,20, o assunto da mesa passa a ser o término da relação entre Leandro e Fernando. Agora que o Deffente decide chutar pra fora de casa seu companheiro italiano e o substitui pela futura esposa Talita, os confrades começam a se preocupar com o andamento das partidas na sede do Jardins. Bruno cita como grande exemplo a ser seguido o confrade Zylber, que sedia o poker em casa, com a namorada reclusa no quarto, sem perturbações ou interrupções. Leandro tranqüiliza os colegas dizendo que a própria Talita já se prontificou a chegar mais tarde em casa nas terças-feiras à noite. Mas Dilson reforça: é, já diz pra ela chegar na Quarta.

Entre papos, tragos e apostas a noite segue. E eis que surge a primeira polêmica. Numa Escondilsinha®, Bruno puxa a aposta e não troca as cartas. Com sua credibilidade abalada, devido ter realizado esse procedimento mais de uma vez e ainda por cima ter sido desmascarado no showdown, os colegas não o levam muito a sério. Neto troca uma carta. Os dois aumentam as apostas. No showdown ambos apresentam flush. Como ninguém tinha certeza da hierarquia dos naipes, ambos dividem o bolo. Mas Peixoto, eufórico e empolgado, relembra uma situação: cara, uma vez isso aconteceu no filme Maverick. Foi muito louco, os caras… Sem permitir a conclusão da história, Rodrigo, incrédulo e cético, logo poda Peixoto: pois é, mas isso é ficção. Imediatamente Leandro toma as dores ao ouvir tamanha insensibilidade e se exalta:

- NÃO! Maverick é ducaralho. Não fala assim.

Mas não foi só o filme Maverick que esteve em alta. A recém-lançada minissérie global Cinquentinha também era evocada de tempos em tempos essa noite.

E foi num momento em que o small blind já estava em cinquentinha que surge outra polêmica, novamente numa Escondilsinha®. Leandro VS. Peixoto. No showdown Leandro apresenta suas cartas ao mesmo tempo que exclama: 2 pares. Peixoto, visivelmente abatido, mal olha as cartas, abaixa a cabeça e diz: leva. Leandrinho não hesita, e recolhe suas fichas, enquanto o próximo dealer já recolhe as cartas para uma nova mão. Eis que, nesse momento, Peixoto se dá conta de sua total displicência e “pensa” alto: cara, eu nem vi. Você tinha mesmo?

Leandro, ofendidíssimo, não se contém mediante tal questionamento de seu caráter e idoneidade e replica em tom alto e firme: "CLARO! Reis e Oitos." Nesse momento Bruno repara o olhar ofendido de Leandro e zomba: "Uiiiiiii, joga os brincos, loca!"

Leandrinho esboça um meio sorriso, afinal além de ser surpreendido por uma piadinha que ele mesmo adora aplicar, ele também já não estava muito contente pelas derrotas que havia sofrido frente a Bruno. E foi o que todos constataram uma hora mais tarde, e mais uma vez numa Escondilsinha®:

- Pô, hoje só Bruno ganha do Leandro!
- Eu sempre digo: o Bruno é o jogador mais difícil de ler – se “defente” Leandro.
- O Bruno é um jogador em braile – caçoa Peixoto. Mas Leandro não se intimida e reforça: E digo mais! Braile em japonês.

Temeroso pelo olho grande que os colegas depositam em suas fichas, Bruno tenta mudar o foco. Comenta que as piadas da noite estão um pouco extensas e fica difícil transcrever o momento de modo fidedigno na resenha. Leandro aproveita a situação para fazer um comentário:

- Cara, por favor. Não me manda as resenhas em Word. Me dá um trabalhão. O blog não aceita um copia e cola direto do Word. Eu tenho que transcrever tudo. Escreve a resenha nos comentários do blog, que fica mais fácil pra mim. Aí eu posso copiar e colar.

?????? Os colegas ficam um pouco incrédulos. Mas Zylber socorre o blogueiro:

- Existe uma coisa que se chama Note Pad. Bloco de notas. Copia do Word pro bloco de notas que ele elimina todas as configurações. Depois é só tu copiar pro blog. Bruno aproveita a situação pra realizar um desabafo:

- Não, isso é incrível. O cara trabalha com T.I. mas não sabe uma coisa dessas. Aí o outro lá é designer e até hoje não se prestou a arrumar o design do blog. Eu to bem cercado – segue, exaltado. – Aí tem só aqui na mesa cinco jornalistas e nenhum se presta a escrever uma resenha. Então tem que vir eu – continua Bruno, inflamado – um cineasta, pra escrever essa bosta.

Os colegas se entreolham, dividindo seus sentimentos entre consternação e constrangimento mediante a exposição que o amigo se submeteu. Mas Peixoto não perdoa e observa, irônico:

- Hã? Cineasta!
- É. Formado em Comunicação Social com habilitação em Cinema e Vídeo – se defende Bruno.
- Habilitação? Para dirigir? – desdenha Peixoto, ainda irônico. Mas Bruno, se dando conta que seu discurso em nada adiantaria, exceto para uma exposição totalmente desnecessária, baixa o tom de voz e acaba por concordar com a provocação de Peixoto.
- É… para dirigir. Filmes.

Rapidamente a conversa se dispersa, a jogatina continua e eles retomam pela enésima vez a expressão MathMagician. Ou MateMágico. Expressão boba, mas que àquela altura, onde já se misturavam a bebida, o cansaço e a alegria, qualquer coisa serviria de motivo para risadas.

Já se aproximava a primeira chamada. O pessoal fazia o balanço geral do divertimento, já chorava as pitangas pela aproximação do fim de ano, término da liga 2009, posições no ranking, colegas ausentes. Até que Bruno declara que o Índio não compareceu naquela noite porque Rodrigo o havia atolado de trabalho, e o coitado teria que passar a noite no computador. Zylber não se contém e imediatamente cobra a situação de Rodrigo: Pô, então a culpa é tua? Mas Rodrigo se exime de imediato: não! A culpa é do sistema.

Logo após Rodrigo se retira na primeira chamada. Pouco mais adiante Leandro dispara mais uma frase célebre: o bom do poker é que não tem contato físico.
Próximo da última chamada, a duas rodadas do fim, Zylber declara: vou dar dois all in. Dilson observa: se tiver sorte, né! Porque se perder no primeiro, fudeu.

A estratégia de Zylber não deu muito certo. Em seguida a noite acabou e Bruno saiu como chip leader, como há muito não acontecia.
*Texto criado pelo confrade Bruno Marshall

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Os maiores CDB's do Poker

Rapaziada, por esse motivo que o poker é maravilhoso!!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Tabela LCM - 01/12/2009




Foi uma noite memorável, impossível reproduzir todas as histórias, situações e acontecimentos que se sucederam durante mais uma noite de poker da LCM, apenas serviram para confirmar o quanto é bom e barato jogar poker com os amigos.
Devido a inúmeras solicitações, estarei desconsiderando dos comentários de colocação no ranking, jogadores que não possuem, no mínimo, metade dos jogos do participante que mais jogou.
Bom, sigo na liderança da LCM, depois de 27 rodadas, com muito orgulho. Tarefa muito difícil, devido ao bom nível dos jogadores e, principalmente, porque depois de todo esse tempo jogando, um já sabe a estratégia de jogo do outro, mas o poker nos reserva sempre alguma surpresa e por esse motivo é apaixonante.
O Fernando continua na segunda colocação, mas com maus resultados em pelo menos 04 das ultimas 05 rodadas, vem diminuindo seu lucro e, principalmente, sua média. O Digo depois de alguns péssimos resultados reencontrou o caminho das vitórias, zerou seu prejuízo e já se encontra na terceira colocação. Completando o G4, nossa maior estrela da LCM, Índio com a quarta colocação, apesar do constante "chororo" e sua permanente dúvida relacionada ao comparecimento.
Acredito que o grande momento da noite foi o maravilhoso resultado do nosso confrade Dilson Branco. Mantendo uma constância ainda não revelada, conseguiu terminar a noite como o chip leader, com isso, ganhou o prêmio surpresa, viu seu prejuízo, que se arrastava a muito tempo zerar e ingressou na área azul da LCM onde apenas 05 jogadores atualmente tem o prazer de estar. Está parecendo o Flamengo, arrancando na hora certa.
O Zylber não vem conseguindo demonstrar a mesma qualidade que vinha demonstrando e já está na sexta posição e vendo seu prejuízo aumentar a cada noite, mas tem potencial para em apenas 01 rodada mudar esse panorama desfavorável. Nosso Bruno "Marshall", que na minha opinião é o jogador mais difícil de "ler" da mesa, está na sétima colocação alternando grandes mãos com péssimas e não conseguindo diminuir seu prejuízo. Será que isso vai mudar até o final do ano????? Outro que vem jogando bem, mas sendo acompanhado de perto pelo azar é o Neto. Está fazendo tudo certo, mas devido as surpresas que o poker nos apresenta não vem conseguindo ganhar mãos importantes para o resultado final da noite e amarga a oitava colocação. O lanterninha da LCM é o Peixoto que não vem jogando e, por isso, a tendência e que permaneça nessa colocação.