21h45: Passados pouco mais de 30 minutos de jogo, temos o primeiro all-in, protagonizado por Zylber. Com um full house de Ks e Js, ele conquista sua primeira mão da noite. Muitas outras não viriam.
21h54: Digo chega, trazendo uma garrafa de vinho pela metade. Fernando aproveita a interrupção para servir o penne à carbonara, feito com pancetta, que é bacon não defumado.
22h10: Paladares saciados, todos voltam à mesa. Curiosidade: a toalha hoje é branca, um lençol improvisado em substituição ao manto oficial, esquecido na casa do Dilson. Aproximadamente 33% dos jogadores aprovam a cor, que garante bom contraste em relação às costas escuras do baralho.
22h20: “J-Lo!”, grita Bruno ao receber suas cartas. “É um valete e uma carta baixa, ‘low’”, explica, inaugurando um novo jargão. Depois dos R$ 40 que deixou no pote ao fim da noite, esta foi sua maior contribuição à mesa.
22h25: Olho no lance! Leandro aumenta R$ 1 na cega. Fernando sobe para R$ 1,50. Sobram só os dois. Fernando aumenta R$ 7,40. Leandro casa – e ganha com um par de As.
22h35: Com a chegada de Índio e Peixoto, a mesa já conta com nove participantes, igualando o recorde da liga. E não tarda para o companheiro bugre (termo este não restrito ao vocabulário gaúcho, tendo em vista que é também o apelido carinhoso do Guarani de Ponte Preta) reafirmar seu estigma de narrador. A mesa segue baixa até o river. Bruno pensa, pensa e aposta R$ 4, ao que Índio imediatamente grita: “Blefou!”. Bruno apresenta um par de 4s e perde para dois pares.
22h55: Sobre uma mesa cinco vezes dourada e crivada de fichas, Bruno faz o maior jogo da noite: straight flush até Q. Seria a melhor combinação da história da LCM? Dilson lembra que Narloch já fizera o mesmo jogo até K. Mas talvez tenha sido antes do início dos registros da liga, na chamada pré-história do torneio, considera. “Chamava Aborto Elétrico nessa época ainda”, crava Leandro.
23h-e-lá-vai-cachaça: Estimada em R$ 90, temos a maior mesa da história da liga. Flush para Leandro, sequência para Bruno. Deffente comemora ao som de Gil Scott-Heron, músico poeta nascido em 1949, em Chicago, famoso por ter sido uma importante influência para os criadores do rap.
No primeiro bonde, já passada a meia-noite, a família Cheuiche se despede, com prejuízo total de R$ 101. Peixoto pega carona, deixando R$ 44 no pote. O baile ultrapassa as duas badaladas, registrando mais uma nefasta marca inédita para a liga!
Recordes da noite:
21h54: Digo chega, trazendo uma garrafa de vinho pela metade. Fernando aproveita a interrupção para servir o penne à carbonara, feito com pancetta, que é bacon não defumado.
22h10: Paladares saciados, todos voltam à mesa. Curiosidade: a toalha hoje é branca, um lençol improvisado em substituição ao manto oficial, esquecido na casa do Dilson. Aproximadamente 33% dos jogadores aprovam a cor, que garante bom contraste em relação às costas escuras do baralho.
22h20: “J-Lo!”, grita Bruno ao receber suas cartas. “É um valete e uma carta baixa, ‘low’”, explica, inaugurando um novo jargão. Depois dos R$ 40 que deixou no pote ao fim da noite, esta foi sua maior contribuição à mesa.
22h25: Olho no lance! Leandro aumenta R$ 1 na cega. Fernando sobe para R$ 1,50. Sobram só os dois. Fernando aumenta R$ 7,40. Leandro casa – e ganha com um par de As.
22h35: Com a chegada de Índio e Peixoto, a mesa já conta com nove participantes, igualando o recorde da liga. E não tarda para o companheiro bugre (termo este não restrito ao vocabulário gaúcho, tendo em vista que é também o apelido carinhoso do Guarani de Ponte Preta) reafirmar seu estigma de narrador. A mesa segue baixa até o river. Bruno pensa, pensa e aposta R$ 4, ao que Índio imediatamente grita: “Blefou!”. Bruno apresenta um par de 4s e perde para dois pares.
22h55: Sobre uma mesa cinco vezes dourada e crivada de fichas, Bruno faz o maior jogo da noite: straight flush até Q. Seria a melhor combinação da história da LCM? Dilson lembra que Narloch já fizera o mesmo jogo até K. Mas talvez tenha sido antes do início dos registros da liga, na chamada pré-história do torneio, considera. “Chamava Aborto Elétrico nessa época ainda”, crava Leandro.
23h-e-lá-vai-cachaça: Estimada em R$ 90, temos a maior mesa da história da liga. Flush para Leandro, sequência para Bruno. Deffente comemora ao som de Gil Scott-Heron, músico poeta nascido em 1949, em Chicago, famoso por ter sido uma importante influência para os criadores do rap.
No primeiro bonde, já passada a meia-noite, a família Cheuiche se despede, com prejuízo total de R$ 101. Peixoto pega carona, deixando R$ 44 no pote. O baile ultrapassa as duas badaladas, registrando mais uma nefasta marca inédita para a liga!
Recordes da noite:
- Maior pote: R$ 452.
- Maior mesa: aproximadamente R$ 90, vencida por Leandro.
- Maior número de jogadores: nove
- Maior duração total: aproximadamente cinco horas de jogo, das 21h às 2h.
- Maior jogo da história escrita da liga: straight flush até Q (ouro), do Bruno.
* Texto criado pelo confrade Dilson Branco
Pô, tu acha que a minha contribuição da J-Lo foi maior que meu straight flush? Tens que rever teus conceitos!
ResponderExcluirSó faltou um momento a ser registrado, na minha opinião! A meia garrafa de Rodrigo e as palavras de Fernando: Isso aqui não é casa de papeleiro!
claro, teu straight flush não me serviu de nada!
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